segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

KIT GAY INFANTIL - Uma ameaça às crianças e ao futuro do Brasil

  
  Fiquei indignado ao ler essa matéria, tanto que resolvi postá-la na íntegra. O assunto merece, não apenas uma reflexão, mas uma tomada de atitude, por parte da sociedade organizada e das instituições governamentais.

  A igreja no Brasil, como "coluna e esteio da verdade" (1 Tm 3.15), representada por seus ministros, pastores e por seus milhões de membros, não deve imiscuir-se de sua responsabilidade, que é combater o pecado e anunciar em Jesus Cristo o arrependimento e o perdão dos pecados. 

  Não podemos nos calar diante de tão séria ameaça, contra a família e contra o futuro de nossa nação: as crianças, sob pena de, nos próximos anos, contemplarmos com nossos próprios olhos a manifestação da ira de Deus sobre essa nação.

Escrito por O GALILEO | CORREIO BRAZILIENSE   

MEC irá distribuir KIT GAY nas escolas para crianças de 7 a 10 anos.


NOTÍCIAS:


 Crianças das escolas públicas de todo o Brasil receberão um DVD com cenas de homossexualismo, que será distribuído
em 2011. Já existe até uma petição contra essa ação do Ministério 

da Educação (MEC) na internet.

O kit gay conterá um DVD com uma história onde um menino vai 
ao banheiro e quando entra um colega, ele se diz apaixonado 
pelo mesmo e assume sua homossexualidade, se dizendo Bianca.
O deputado Jair Bolsonaro (RJ) reage de forma veemente, em 
plenário, a essa vergonha que foi firmada em um convênio
entre o Ministério da Educação (MEC), com recursos do 
Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), e a
ONG Comunicação em Sexualidade (Ecos), conforme publicou
o Correio Braziliense.




REPORTAGEM DO CORREIO BRAZILIENSE


O Kit Gay para alunos conterá um DVD com uma história aonde um menino vai ao banheiro e quando entra um colega, se diz apaixonado pelo mesmo e assume sua homossexualidade.

Ele ainda nem foi lançado oficialmente, mas um conjunto de material didático destinado a combater a homofobia nas escolas públicas promete longa polêmica. Um convênio firmado entre o Ministério da Educação (MEC), com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), e a ONG Comunicação em Sexualidade (Ecos) produziu kit de material educativo composto de vídeos, boletins e cartilhas com abordagem do universo de adolescentes homossexuais que será distribuída para 6 mil escolas da rede pública em todo o país do programa Mais Educação.

Parte do que se pretende apresentar nas escolas foi exibida em audiência na Comissão de Legislação Participativa, na Câmara. No vídeo intitulado "Encontrando Bianca", um adolescente de aproximadamente 15 anos se apresenta como José Ricardo, nome dado pelo pai, que era fã de futebol. O garoto do filme, no entanto, aparece caracterizado como uma menina, como um exemplo de um travesti jovem. Em seu relato, o garoto conta que gosta de ser chamado de Bianca, pois é nome de sua atriz preferida e reclama que os professores insistem em chamá-lo de José Ricardo na hora da chamada.

O jovem travesti do filme aponta um dilema no momento de escolher o banheiro feminino em vez do masculino e simula flerte com um colega do sexo masculino ao dizer que superou o bullying causado pelo comportamento homofóbico na escola. Na versão feminina da peça audiovisual, o material educativo anti-homofobia mostra duas meninas namorando. O secretário de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do MEC, André Lázaro, afirma que o ministério teve dificuldades para decidir sobre manter ou tirar o beijo gay do filme. “Nós ficamos três meses discutindo um beijo lésbico na boca, até onde entrava a língua. Acabamos cortando o beijo”, afirmou o secretário durante a audiência.

O material produzido ainda não foi replicado pelo MEC. A licitação para produzir kit para as 6 mil escolas pode ocorrer ainda este ano, mas a previsão de as peças serem distribuídas em 2010 foi interrompida pelo calor do debate presidencial. A proposta, considerada inovadora, de levar às escolas públicas um recorte do universo homossexual jovem para iniciar dentro da rede de ensino debate sobre a homofobia esbarrou no discurso conservador dos dois principais candidatos à Presidência.

O secretário do MEC reconheceu a dificuldade de convencer as escolas a discutirem o tema e afirmou que o material é apenas complementar. “A gente já conseguiu impedir a discriminação em material didático, não conseguimos ainda que o material tivesse informações sobre o assunto. Tem um grau de tensão. Seria ilusório dizer que o MEC vai aceitar tudo. Não adianta produzir um material que é avançado para nós e a escola guardar”.

Apesar de a abordagem sobre o adolescente homossexual estar longe de ser consenso, o combate à homofobia é uma bandeira que o ministério e as secretarias estaduais de educação tentam encampar. Pesquisa realizada pelas ONGs Reprolatina e Pathfinder percorreram escolas de 11 capitais brasileiras para identificar o comportamento de alunos, professores e gestores em relação a jovens homossexuais. Escolas de Manaus, de Porto Velho, de Goiânia, de Cuiabá, do Rio, de São Paulo, de Natal, de Curitiba, de Porto Alegre, de Belo Horizonte e de Recife receberam os pesquisadores que fizeram 1.406 entrevistas.

O estudo mostrou quadro de tristeza, depressão, baixo rendimento escolar, evasão e suicídio entre os alunos gays, da 6ª à 9ª séries, vítimas de preconceito. “A pesquisa indica que, em diferentes níveis, a homofobia é uma realidade entendida como normal. A menina negra é apontada como a representação mais vulnerável, mas nenhuma menina negra apanha do pai porque é pobre e negra”, compara Carlos Laudari, diretor da Pathfinder do Brasil.




http://www.neirmoreira.com/2010/index.php?option=com_content&view=article&id=119:gay&catid=44:mensagem



A ORAÇÃO DO " PAI NOSSO " Final

“Pois teu é o reino e o poder e a glória para sempre . AMÉM.”

   Assim ao darmos glória a Deus, depois de lhe pedimos por coisas tão essenciais e sublimes, colocamo-nos em sintonia com o povo de Deus do passado e ao mesmo tempo já antecipamos o  aleluia que os remidos entoarão no reino eterno, assim como se revela em  Apocalipse 4.11: ” tu, Senhor e Deus nosso , és digno de receber a glória, a honra e o poder, porque criaste todas as coisas, e por tua vontade elas existem e foram criadas."

Tu és o Deus eterno e Todo-poderoso, e nós temos a confiança filial de que tens o poder e também a vontade de nos dar o que teu Filho nos mandou pedir. O ”pois” nos coloca, assim, dentro da lógica da fé que nos leva á adoração, o que é também a lógica de qualquer teologia autêntica. A lógica da ciência vai acabar. A lógica que resulta em adoração vai durar para todo o sempre.     
 
Este “pois” tira os argumentos do diabo que nos acusa na presença de Deus. Pois Deus demonstrou poder e a glória de seu amor na vida e na morte de seu filho Jesus Cristo, e com isso abriu espaço para o nosso louvor.

”A palavra hebraica tem raiz comum com o verbo crer, confiar. É como se disséssemos: Assinamos embaixo. É  coisa para valer”.
A palavra “amém” nas escrituras sagradas comumente não é usada para encerrar uma oração. O Pai Nosso é a única exceção. Jesus várias vezes usa o termo para enfatizar o que quer dizer “amém eu vos digo,” como em Mateus 18.3 traduzido tradicionalmente com “em verdade vos digo” O “amém”, assim penetra e permeia toda a pregação do evangelho de Jesus. Éo signo e o selo da fidelidade de Deus e da verdade do evangelho. Neste sentido, a palavra até poderia ser usada para iniciar uma oração.


APLICAÇÃO MINISTERIAL

O "novo", em nossa prática cristã, seja em qual área for, sempre sofre resistência. Embora a oração do Pai Nosso tenha sido ensinada há mais de dois mil anos, para muitas comunidades e igrejas essa Oração é considerada uma “inovação”, e isso deve-se à falta de ensino por parte dos líderes e Pastores destas instituições.
 Se o povo não ouve falar de determinados assuntos na igreja, permanecerá ignorante acerca de conteúdos e doutrinas importantes. A Oração do Pai Nosso é um destes casos. Parece um contra-senso, que uma Oração tão importante e antiga como essa, esteja sendo relegada a um plano secundário.

Particularmente é a primeira vez que tenho contato com uma obra abordando este assunto.
Recentemente, enquanto concluía este trabalho, ensinei, pela primeira vez na igreja sobre esse assunto, e. no final do culto, colocamos em prática. Embora para alguns soasse estranho, de início, em seguida passaram a sentir-se mais à vontade para orar o Pai Nosso. Incentivei-os a prosseguirem orando e incluindo em seu devocional, a oração do Pai Nosso, e eu, estou me esforçando para fazer o mesmo, mas já avancei um pouco. Graças a Deus.


Amém!!!

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Abuso sexual - VATICANO QUIS IMPEDIR EXPULSÃO DE PEDÓFILO, DIZ IRLANDA

 Documento divulgado detalha como os líderes da igreja em Dublin ordenaram que o padre católico Tony Walsh fosse privado do hábito em 1993, após 15 anos de reclamações de abuso contra crianças

Um capítulo antes censurado das investigações da Irlanda sobre o encobrimento de casos de abuso sexual contra crianças diz que o Vaticano tentou impedir os líderes da igreja irlandesa de exonerar um padre pedófilo. O capítulo do documento, divulgado nesta sexta-feira (17), detalha como os líderes da igreja em Dublin ordenaram que o padre católico Tony Walsh fosse privado do hábito em 1993, após 15 anos de reclamações de abuso contra crianças. No entanto o Vaticano foi contrário ao veredicto e ordenou que ele fosse enviado a um monastério irlandês.

Roma cedeu um pouco em 1996, depois que a polícia abriu uma investigação criminal e Walsh atacou um menino no banheiro de um pub após um funeral de família. Na semana passada, Walsh foi preso por estuprar um menino. A investigação da diocese de Dublin, publicada no ano passado, descobriu que membros da igreja católica impediram, durante décadas, que dezenas de padres fossem processados por abusar de crianças. 

As informações são da Associated Press.

Gazeta do Povo 17 de Dezembro de 2011

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

MAIS DE 2.000 FETOS SÃO ENCONTRADOS EM TEMPLO BUDISTA


Escrito por O GALILEO   


NOTÍCIA: As autoridades da Tailândia encontraram 2.000 fetos humanos, provavelmente provenientes de abortos ilegais, em um templo budista do país. A prática é proibida pela legislação local, a menos que a mãe tenha sido estuprada ou corra risco de morrer. A informação foi confirmada pela polícia nesta sexta-feira (19).

Na última terça-feira (16), a polícia já havia anunciado a descoberta de 348 fetos, envoltos em sacolas plásticas e jornais velhos, no necrotério do templo, onde são mantidos os cadáveres antes da cremação. Depois, mais 1.654 foram encontrados em condições semelhantes em outras salas do necrotério.
O coronel da polícia Metee Rakphan disse que a suspeita é que os fetos venham de clínicas que fazem abortos ilegais. Segundo Sombat Milintajinda, porta-voz policial, alguns estavam armazenados no local há mais de um ano.

Dados do Ministério da Saúde tailandês dão conta de que 80 mil abortos ilegais ocorram por ano no país.

O primeiro-ministro da Tailândia, Abhisit Vejjajiva, estimou que o episódio "mostra quão grave é o problema", mas descartou modificar a lei que proíbe o aborto, afirmando que esta é "suficientemente flexível".









Informações da AFP / R7 / Correio da Manhã



 



 
 


 

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

“ A ORAÇÃO DO "PAI NOSSO" Parte 8

E não nos deixe cair em tentação mas livra-nos do mal” 

   Um dos fatos mais desastrosos ocorridos na história da humanidade foi a entrada  do mal. Desde a sua admissão por Adão e Eva, o bem e o mal têm travado intensas batalhas. Não há como equilibrar essas duas forças, tão pouco admitir que elas possam conviver pacificamente

   Percebemos na oração do Pai Nosso  a preocupação de JESUS em não nos deixar cair na tentação. A tradução “ARR” usa  a frase ”não nos induzas à tentação”, porém, a versão ARC utiliza “não nos deixe cair em tentação”. A tentação tem como objetivo principal nos induzir a cometer algo que contraria a vontade de Deus. 

  Em resumo: procura nos derrubar, e tem como agente Satanás, que é o acusador dos irmãos e sua tarefa principal é ver as criaturas de Deus caídas e longe de sua comunhão.
Por isso a Bíblia afirma que ele “peca desde o princípio e nunca se firmou na verdade. (Jo 8.44). Já em Tiago1.12...o apóstolo afirma que “ninguém sendo tentado  diga: de Deus sou tentado, porque Deus não é tentado pelo mal e a ninguém tenta, mas cada um é tentado quando atraído e seduzido pela sua própria concupiscência “.Quando Deus permite que sejamos provados seu intuito é o de nos aprovar, fortalecer nosso caráter, ou seja, nos manter de pé na sua presença. 

   O Senhor Jesus orou ao pai para que não nos deixasse cair em tentação, isto é, não estaríamos isentos da tentação, mas para que, quando ela ocorresse fôssemos sustentados pelo Senhor para não cedermos a sua investida.
Somente Deus pode nos livrar da influência do mal, da influência do mundo e de Satanás, porém, nosso inimigo maior, somos nós mesmos, nossa natureza pecaminosa, que  precisamos fazer “morrer todos os dias e submetê-la a Cristo” até a sua volta.

A nossa natureza ainda nos acossa, e “aquele que  pensa estar em pé, veja que não caia”( 1Co 10.12 ). Jesus disse na oração sacerdotal (Jo 17.15): “não rogo que tires do mundo, mas que os proteja do maligno”.
Essa intercessão de Jesus por seus discípulos “viáticos e peregrinos” é extremamente consoladora para nós, que continuaremos envolvidos na luta até nosso último momento de vida.
Mas a nossa luta já tem gosto de vitória, porque ela é travada em nome e no poder daquele que já venceu.

PESSOA, CASAL E FAMÍLIA


Há cinco aspectos importantes a considerar sobre tão importante assunto: O projeto Divino; A ruptura do projeto Divino; A restauração; A vida familiar saudável e; Implicações para uma pastoral à família.

   Antes de criar o homem, o Senhor preparou a plataforma para a sua chegada. O conselho Trino já havia se reunido e levado a efeito a criação da Natureza e do Universo, que não era um fim em si mesmo, mas que exigia a presença de um mordomo, um administrador. Deus faz, então, o homem, segundo a sua “imagem e semelhança”. (Gênesis 1.26)

  Compreendemos por “imagem e semelhança de Deus” que o ser humano tem algo de Deus em sua constituição, que o torna um ser especial, um ser diferente do restante da criação. Significa também que, criatura e Criador participam de uma relação específica, como pai-filho, visto que o “fôlego de vida”, soprado por Deus em suas narinas, determina o curso de suas relações e o vincula a ele. Ambos permanecem ligados e um não pode ser compreendido sem o outro, o que faz do ser humano um “sujeito”, um ser em relação.  A imago Dei e a “soberania” estão intimamente ligadas, podendo ser consideradas fator determinante no conceito de “pessoa”.

   No texto de Gênesis, vemos o Criador entregando ao homem o domínio de tudo o que criara. Ele era o soberano do meio e nessa tarefa de dominar, precisava enxergar o outro como companheiro, pois se o usasse como objeto, estaria atentando contra a imago Dei, tanto sua como do outro. 

   No propósito de Deus, homem e mulher foram criados iguais e, ao mesmo tempo, diferentes. Isto permitiria uma intimidade sem perda de identidade, uma aproximação, mas ao mesmo tempo, o direito ao espaço para crescer, psicossocial e espiritualmente. Esta igualdade pode ser vista em Gênesis, em sua condição em sua vocação e em sua satisfação [ambos, homem e mulher são feitos de uma forma que possibilita a aceitação mútua, recebimento e gozo. Para sua satisfação, ambos se aceitam.

   Lamentavelmente o terceiro capítulo de Gênesis registra a entrada do pecado na experiência humana, e consequentemente, a morte, e a alienação deste homem. Rompe-se assim o projeto divino. O homem teve a imago Dei distorcida, embora não extinta. O que se segue são atitudes arbitrárias entre este e sua mulher. Ambos não conseguem entender-se, aceitar-se a si mesmos; passam a acusar-se mutuamente, distanciam-se um do outro, já não se vêem como iguais. Deixam de ser seres complementares. O homem culpa a mulher pela situação presente, e  não assume sua responsabilidade. Passa, então a explorá-la e dominá-la sexualmente, já que o sexo também sofre uma distorção em seu objetivo e funcionamento. Ela divide-se entre a atração pelo marido e a sua autonomia.

   Mas, nem tudo resumiu-se à exploração, segregação e projeção de problemas na vida dos dois. O Criador não os deixou em tal condição, mas prometeu restaurá-los, por meio de Jesus Cristo, que tornaria possível a conversão de um estado de não relação a um de relação e a restauração da imago Dei. A presença de Jesus na história inaugura um novo tempo, em conseqüência, o indivíduo pode voltar a ser pessoa. Um novo modelo é proposto.

   O apóstolo Paulo apresenta um novo modelo que o casal deve seguir, estabelecido entre “Cristo e a igreja” (Ef 5.23). Marido e mulher devem relacionar-se como Cristo relaciona-se com a igreja. Este modelo implica em primeiro lugar, um motivo [o homem vê na mulher um sujeito de amor, assim como Cristo vê a igreja; o amor é resgatado da ditadura dos sentimentos, com os quais frequentemente se confunde. Esse amar é a valorização do outro, não uma obrigação mas uma ação, uma decisão da vontade. Eu valorizo a mim e ao outro. Isto contrapõe-se frontalmente ao machismo].

  Em segundo lugar, nos oferece um ideal [o homem busca para a mulher o que Cristo busca para a igreja: santificá-la, a fim de obter uma igreja gloriosa, sem ruga, nem mácula, nem coisa semelhante (Ef 5.26,27). Por sua entrega, o homem busca a promoção da esposa, isto é, o estímulo para seu crescimento. Assim ele inspira respeito nela, e esta, por sua vez, valoriza-o]. Em terceiro lugar, o modelo apresenta uma estrutura, que não é somente uma dinâmica e um ideal, mas também uma ordem: o homem é o cabeça da mulher, a qual deve ser seu corpo e sujeita ao marido (Ef 5.23).  Cabeça fala de autoridade, liderança; corpo, de interdependência; sujeição, fala de papel. Aqui não há superioridade ou inferioridade.
Esta estrutura não está ordenada com base nas diferenças entre homem e mulher, mas estabelecida por ordem do Criador.

  Na sociedade contemporânea percebemos a deterioração do conceito de autoridade e, em muitos casos, a ausência dela, ou seja, quando o homem cumpre seu papel de autoridade, o faz como se fosse uma ditadura. Por outro lado, há famílias em que essa liderança simplesmente não existe, e a mulher acaba por exercê-la em demasia, já que o homem não está presente. Somente um modelo como o apresentado em Efésios pode corrigir, tanto a ausência como o abuso da autoridade em nosso meio.

  Deus deixou também para o casal e a família, recursos para uma vida feliz e dinâmica, como a graça, que os ajuda a evitar desenvolver relações possessivas ou dominantes; a revelação, que vem através da palavra. A graça e palavra de Deus afetam também a pessoa individualmente, valorizando-a e capacitando-a para realizar-se, independente da estrutura familiar que possua; o Espírito Santo, gerando o fruto na presença e na estrutura do casal e da família, garante fidelidade, compaixão, generosidade e aceitação, comunicação e a restauração com dignidade; e por fim, a Igreja, através de pessoas dotadas de dons especiais na área do aconselhamento, que estão disponíveis para integrar o casal e a família no corpo de Cristo, além de apresentar-se como um recurso valioso para  os solteiros, os separados, os divorciados e as chamadas famílias “incompletas” ou “reconstruídas”. 

  Apesar dos prognósticos negativos de Engels, e as descrições pejorativas de Skinner e Toffler quanto à família, o certo é que, pessoas continuam casando e tendo filhos.
A família foi projetada para ser um núcleo onde o crescimento integral é estimulado, em todos os seus membros, isso implica na satisfação das necessidades sexuais, afetivas, intelectuais, materiais, espirituais, de relacionamento, etc. Ou seja, a família é visto cumprindo as funções básicas de reprodução, nutrição, educação, e socialização.

  Marido e esposa, pais e filhos, e mesmo senhores e servos, devem relacionar-se com base no amor mútuo (Ef 5.21 ss.). Sob o senhorio de Cristo, a família obtém direção, sabedoria e amor, como complemento da iniciativa humana.

   Tanto a aceitação como o reconhecimento representam elementos fundamentais da identidade humana: a necessidade de ser aceito e de ser autônomo, que vem expressa mais na qualidade de relações, que na abundância de presentes.

Há também regras que regulam as ações de cada membro da família, impõe limites e estabelece posições para eles, dentro da família: os filhos, devem obedecer aos pais; os pais, que os admoestem e discipline-os, segundo o Senhor. A família funciona quando cada membro assume sua posição e reconhece os limites que regulam  as relações.
Por fim, é importante e faz-se necessário considerar três áreas de trabalho, para uma implicação a uma pastoral da família: a prevenção, a intervenção e a reflexão, ou seja,
·    uma pastoral que investiga, se aprofunda, que conhece os contextos socioculturais e os marcos de referência familiares nos quais as pessoas crescem. Isso permite entrar nas raízes de seus problemas, de suas aspirações, de sua identidade, etc.

·         Acompanhar as famílias em seu desenvolvimento, conflitos e crises. Inclui auxiliar os casais na transição do “amor romântico” para o “amor de decisão”.
·         Uma reflexão teológica e pastoral nas áreas da sexualidade e da família. É necessário deixar de focar os indivíduos como “ilhas”, e conectar sua sexualidade e seu contexto familiar. A reflexão adequada a respeito objetiva auxiliar os cristãos a sanar conceitos e atitudes e, consequentemente restaurar as relações com sua família, tornando-se agentes de mudança dentro de seu sistema familiar e social.


Do ponto de vista teológico, entendo que, sempre que os princípios e propósitos de Deus forem violados, os prejuízos serão inevitáveis. Infelizmente o ser humano, por vezes, age de modo a equiparar-se aos animais, desrespeitando seu semelhante, infringindo leis básicas, estabelecidas pelo Criador. A valorização da pessoa, acredito, pode ser restaurada somente em Cristo Jesus. Acredito num ideal de casamento, onde haja sinceridade, respeito e, principalmente amor.










segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

A ORAÇÃO DO " PAI NOSSO " Parte 7


Perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores”           
     
Nas relações interpessoais, não raras vezes, ocorrem choques, desavenças e desentendimentos, que quase sempre resultam em mágoas, ressentimentos, raiz de amargura e rompimento das relações.
A ausência de perdão, via de regra mantém o ofendido “preso” ao ofensor pelo tempo em que perdurar essa animosidade, seja em que nível de relacionamento for (familiar-trabalho-igreja-vizinhança, etc.)
O Senhor Jesus, no entanto, não estava falando sobre perdão de ofensas pessoais, ainda que este deve ser liberado ao ofensor, ilimitadamente (Mt 18.22), e sim, sobre o perdão de dívidas. Isso nos remete à Parábola do credor incompassivo, proferida por Jesus (Mt 18.23-35), em  que  um certo homem tinha uma grande dívidal, algo em torno de “milhões” e, na iminência de perder sua família e seus bens por conta disso, e não tendo com que pagar, suplicou o perdão a seu credor. Este, movido de íntima compaixão, perdoou-lhe, quitando a dívida integralmente.
Ao sair de sua presença o ex-devedor encontrou alguém que lhe devia uma quantia “ínfima”’, se comparada a que ele devia anteriormente, algo de em torno de “um salário mínimo”. O devedor implorava o perdão de sua dívida e pedia misericórdia mas, numa atitude impiedosa, o credor passou a sufocar o homem exigindo o pagamento integral de sua dívida, sob pena de ele ser preso até que pagasse tudo o que devia.
 Seus companheiros ao presenciarem ato tão desumano dirigiram-se a casa do senhor daquele servo, relatando-lhe o ocorrido. Este então mandou chamá-lo e passou a questionar sua atitude lançando-lhe em rosto sua maldade e insensibilidade para com seu próximo. O final da história todos sabem. Ele foi entregue aos atormentadores e preso, até que pagasse a quantia devida. O Senhor Jesus conclui dizendo:” Assim vos fará também meu pai celestial, se do coração não perdoardes cada um a seu irmão, as suas ofensas.
Depreendemos desse relato que, primeiramente ele recebeu o perdão do rei, seu senhor somente na volta, após encontrar-se com o seu devedor. Ocorreu algo semelhante conosco, pois primeiramente fomos perdoados por Deus para só então podermos perdoar nosso irmão. O perdão de nossos pecados, eu creio, é proporcional ao perdão que eu dispenso para com meu irmão. Parece significar, na mesma proporção que, do mesmo modo que,.assim, quando oramos o pai nosso e chegamos nesse ponto, sentimo-nos constrangidos a olhar introspectivamente e, refletir se estamos ou não sendo sinceros perante o Senhor.

CONVIVÊNCIA HOMOSSEXUAL NA PARÓQUIA

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Escrito por UOL.COM.BR   

Igrejas evangélicas da Alemanha permitem que pastores e bispos gays morem com parceiros
 
NOTÍCIAS: 

Depois de uma reunião realizada na semana passada, a maioria do sínodo da Igreja Evangélica local passou a permitir que os sacerdotes  homossexuais do Estado alemão da Baviera poderão conviver nas casas paroquiais com os parceiros.
A reunião aprovou a medida com 98 votos a favor, cinco contra e cinco abstenções, seguindo assim a recomendação prévia emitida pelo Conselho Evangélico do Estado da Baviera.
Assim, a partir de agora, os pastores homossexuais e as pastoras lésbicas poderão solicitar permissão à Igreja evangélica para compartilhar as dependências paroquiais com seus respectivos companheiros ou companheiras.
A hierarquia eclesiástica vai decidir cada caso individualmente, analisando se a convivência comum não afetará o trabalho pastoral do sacerdote.
A Igreja Evangélica Alemã deixa nas mãos das Igrejas regionais a decisão sobre a convivência dos casais homossexuais, por isso a regra varia entre os estados da Alemanha.
O caso da Baviera é especialmente chamativo, porque é considerado a região mais tradicionalista da Alemanha. Atualmente, o país conta com mais de 24 milhões fiéis evangélicos.

Fonte: http://www.neirmoreira.com/2010/index.php?option=com_content&view=article&id=101:gay&catid=44:mensagem -  
NEIR MOREIRA
Teólogo & Psicólogo