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quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
MAIS DE 2.000 FETOS SÃO ENCONTRADOS EM TEMPLO BUDISTA
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
“ A ORAÇÃO DO "PAI NOSSO" Parte 8
“E não nos deixe cair em tentação mas livra-nos do mal”
Um dos fatos mais desastrosos ocorridos na história da humanidade foi a entrada do mal. Desde a sua admissão por Adão e Eva, o bem e o mal têm travado intensas batalhas. Não há como equilibrar essas duas forças, tão pouco admitir que elas possam conviver pacificamente
Percebemos na oração do Pai Nosso a preocupação de JESUS em não nos deixar cair na tentação. A tradução “ARR” usa a frase ”não nos induzas à tentação”, porém, a versão ARC utiliza “não nos deixe cair em tentação”. A tentação tem como objetivo principal nos induzir a cometer algo que contraria a vontade de Deus.
Em resumo: procura nos derrubar, e tem como agente Satanás, que é o acusador dos irmãos e sua tarefa principal é ver as criaturas de Deus caídas e longe de sua comunhão.
Em resumo: procura nos derrubar, e tem como agente Satanás, que é o acusador dos irmãos e sua tarefa principal é ver as criaturas de Deus caídas e longe de sua comunhão.
Por isso a Bíblia afirma que ele “peca desde o princípio e nunca se firmou na verdade. (Jo 8.44). Já em Tiago1.12...o apóstolo afirma que “ninguém sendo tentado diga: de Deus sou tentado, porque Deus não é tentado pelo mal e a ninguém tenta, mas cada um é tentado quando atraído e seduzido pela sua própria concupiscência “.Quando Deus permite que sejamos provados seu intuito é o de nos aprovar, fortalecer nosso caráter, ou seja, nos manter de pé na sua presença.
O Senhor Jesus orou ao pai para que não nos deixasse cair em tentação, isto é, não estaríamos isentos da tentação, mas para que, quando ela ocorresse fôssemos sustentados pelo Senhor para não cedermos a sua investida.
O Senhor Jesus orou ao pai para que não nos deixasse cair em tentação, isto é, não estaríamos isentos da tentação, mas para que, quando ela ocorresse fôssemos sustentados pelo Senhor para não cedermos a sua investida.
Somente Deus pode nos livrar da influência do mal, da influência do mundo e de Satanás, porém, nosso inimigo maior, somos nós mesmos, nossa natureza pecaminosa, que precisamos fazer “morrer todos os dias e submetê-la a Cristo” até a sua volta.
A nossa natureza ainda nos acossa, e “aquele que pensa estar em pé, veja que não caia”( 1Co 10.12 ). Jesus disse na oração sacerdotal (Jo 17.15): “não rogo que tires do mundo, mas que os proteja do maligno”.
Essa intercessão de Jesus por seus discípulos “viáticos e peregrinos” é extremamente consoladora para nós, que continuaremos envolvidos na luta até nosso último momento de vida.
Mas a nossa luta já tem gosto de vitória, porque ela é travada em nome e no poder daquele que já venceu.
PESSOA, CASAL E FAMÍLIA
Há cinco aspectos importantes a considerar sobre tão importante assunto: O projeto Divino; A ruptura do projeto Divino; A restauração; A vida familiar saudável e; Implicações para uma pastoral à família.
Antes de criar o homem, o Senhor preparou a plataforma para a sua chegada. O conselho Trino já havia se reunido e levado a efeito a criação da Natureza e do Universo, que não era um fim em si mesmo, mas que exigia a presença de um mordomo, um administrador. Deus faz, então, o homem, segundo a sua “imagem e semelhança”. (Gênesis 1.26)
Compreendemos por “imagem e semelhança de Deus” que o ser humano tem algo de Deus em sua constituição, que o torna um ser especial, um ser diferente do restante da criação. Significa também que, criatura e Criador participam de uma relação específica, como pai-filho, visto que o “fôlego de vida”, soprado por Deus em suas narinas, determina o curso de suas relações e o vincula a ele. Ambos permanecem ligados e um não pode ser compreendido sem o outro, o que faz do ser humano um “sujeito”, um ser em relação. A imago Dei e a “soberania” estão intimamente ligadas, podendo ser consideradas fator determinante no conceito de “pessoa”.
No texto de Gênesis, vemos o Criador entregando ao homem o domínio de tudo o que criara. Ele era o soberano do meio e nessa tarefa de dominar, precisava enxergar o outro como companheiro, pois se o usasse como objeto, estaria atentando contra a imago Dei, tanto sua como do outro.
No propósito de Deus, homem e mulher foram criados iguais e, ao mesmo tempo, diferentes. Isto permitiria uma intimidade sem perda de identidade, uma aproximação, mas ao mesmo tempo, o direito ao espaço para crescer, psicossocial e espiritualmente. Esta igualdade pode ser vista em Gênesis, em sua condição em sua vocação e em sua satisfação [ambos, homem e mulher são feitos de uma forma que possibilita a aceitação mútua, recebimento e gozo. Para sua satisfação, ambos se aceitam.
Lamentavelmente o terceiro capítulo de Gênesis registra a entrada do pecado na experiência humana, e consequentemente, a morte, e a alienação deste homem. Rompe-se assim o projeto divino. O homem teve a imago Dei distorcida, embora não extinta. O que se segue são atitudes arbitrárias entre este e sua mulher. Ambos não conseguem entender-se, aceitar-se a si mesmos; passam a acusar-se mutuamente, distanciam-se um do outro, já não se vêem como iguais. Deixam de ser seres complementares. O homem culpa a mulher pela situação presente, e não assume sua responsabilidade. Passa, então a explorá-la e dominá-la sexualmente, já que o sexo também sofre uma distorção em seu objetivo e funcionamento. Ela divide-se entre a atração pelo marido e a sua autonomia.
Mas, nem tudo resumiu-se à exploração, segregação e projeção de problemas na vida dos dois. O Criador não os deixou em tal condição, mas prometeu restaurá-los, por meio de Jesus Cristo, que tornaria possível a conversão de um estado de não relação a um de relação e a restauração da imago Dei. A presença de Jesus na história inaugura um novo tempo, em conseqüência, o indivíduo pode voltar a ser pessoa. Um novo modelo é proposto.
O apóstolo Paulo apresenta um novo modelo que o casal deve seguir, estabelecido entre “Cristo e a igreja” (Ef 5.23). Marido e mulher devem relacionar-se como Cristo relaciona-se com a igreja. Este modelo implica em primeiro lugar, um motivo [o homem vê na mulher um sujeito de amor, assim como Cristo vê a igreja; o amor é resgatado da ditadura dos sentimentos, com os quais frequentemente se confunde. Esse amar é a valorização do outro, não uma obrigação mas uma ação, uma decisão da vontade. Eu valorizo a mim e ao outro. Isto contrapõe-se frontalmente ao machismo].
Em segundo lugar, nos oferece um ideal [o homem busca para a mulher o que Cristo busca para a igreja: santificá-la, a fim de obter uma igreja gloriosa, sem ruga, nem mácula, nem coisa semelhante (Ef 5.26,27). Por sua entrega, o homem busca a promoção da esposa, isto é, o estímulo para seu crescimento. Assim ele inspira respeito nela, e esta, por sua vez, valoriza-o]. Em terceiro lugar, o modelo apresenta uma estrutura, que não é somente uma dinâmica e um ideal, mas também uma ordem: o homem é o cabeça da mulher, a qual deve ser seu corpo e sujeita ao marido (Ef 5.23). Cabeça fala de autoridade, liderança; corpo, de interdependência; sujeição, fala de papel. Aqui não há superioridade ou inferioridade.
Esta estrutura não está ordenada com base nas diferenças entre homem e mulher, mas estabelecida por ordem do Criador.
Na sociedade contemporânea percebemos a deterioração do conceito de autoridade e, em muitos casos, a ausência dela, ou seja, quando o homem cumpre seu papel de autoridade, o faz como se fosse uma ditadura. Por outro lado, há famílias em que essa liderança simplesmente não existe, e a mulher acaba por exercê-la em demasia, já que o homem não está presente. Somente um modelo como o apresentado em Efésios pode corrigir, tanto a ausência como o abuso da autoridade em nosso meio.
Deus deixou também para o casal e a família, recursos para uma vida feliz e dinâmica, como a graça, que os ajuda a evitar desenvolver relações possessivas ou dominantes; a revelação, que vem através da palavra. A graça e palavra de Deus afetam também a pessoa individualmente, valorizando-a e capacitando-a para realizar-se, independente da estrutura familiar que possua; o Espírito Santo, gerando o fruto na presença e na estrutura do casal e da família, garante fidelidade, compaixão, generosidade e aceitação, comunicação e a restauração com dignidade; e por fim, a Igreja, através de pessoas dotadas de dons especiais na área do aconselhamento, que estão disponíveis para integrar o casal e a família no corpo de Cristo, além de apresentar-se como um recurso valioso para os solteiros, os separados, os divorciados e as chamadas famílias “incompletas” ou “reconstruídas”.
Apesar dos prognósticos negativos de Engels, e as descrições pejorativas de Skinner e Toffler quanto à família, o certo é que, pessoas continuam casando e tendo filhos.
A família foi projetada para ser um núcleo onde o crescimento integral é estimulado, em todos os seus membros, isso implica na satisfação das necessidades sexuais, afetivas, intelectuais, materiais, espirituais, de relacionamento, etc. Ou seja, a família é visto cumprindo as funções básicas de reprodução, nutrição, educação, e socialização.
Marido e esposa, pais e filhos, e mesmo senhores e servos, devem relacionar-se com base no amor mútuo (Ef 5.21 ss.). Sob o senhorio de Cristo, a família obtém direção, sabedoria e amor, como complemento da iniciativa humana.
Tanto a aceitação como o reconhecimento representam elementos fundamentais da identidade humana: a necessidade de ser aceito e de ser autônomo, que vem expressa mais na qualidade de relações, que na abundância de presentes.
Há também regras que regulam as ações de cada membro da família, impõe limites e estabelece posições para eles, dentro da família: os filhos, devem obedecer aos pais; os pais, que os admoestem e discipline-os, segundo o Senhor. A família funciona quando cada membro assume sua posição e reconhece os limites que regulam as relações.
Por fim, é importante e faz-se necessário considerar três áreas de trabalho, para uma implicação a uma pastoral da família: a prevenção, a intervenção e a reflexão, ou seja,
· uma pastoral que investiga, se aprofunda, que conhece os contextos socioculturais e os marcos de referência familiares nos quais as pessoas crescem. Isso permite entrar nas raízes de seus problemas, de suas aspirações, de sua identidade, etc.
· Acompanhar as famílias em seu desenvolvimento, conflitos e crises. Inclui auxiliar os casais na transição do “amor romântico” para o “amor de decisão”.
· Uma reflexão teológica e pastoral nas áreas da sexualidade e da família. É necessário deixar de focar os indivíduos como “ilhas”, e conectar sua sexualidade e seu contexto familiar. A reflexão adequada a respeito objetiva auxiliar os cristãos a sanar conceitos e atitudes e, consequentemente restaurar as relações com sua família, tornando-se agentes de mudança dentro de seu sistema familiar e social.
Do ponto de vista teológico, entendo que, sempre que os princípios e propósitos de Deus forem violados, os prejuízos serão inevitáveis. Infelizmente o ser humano, por vezes, age de modo a equiparar-se aos animais, desrespeitando seu semelhante, infringindo leis básicas, estabelecidas pelo Criador. A valorização da pessoa, acredito, pode ser restaurada somente em Cristo Jesus. Acredito num ideal de casamento, onde haja sinceridade, respeito e, principalmente amor.
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
A ORAÇÃO DO " PAI NOSSO " Parte 7
Perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores”
Nas relações interpessoais, não raras vezes, ocorrem choques, desavenças e desentendimentos, que quase sempre resultam em mágoas, ressentimentos, raiz de amargura e rompimento das relações.
A ausência de perdão, via de regra mantém o ofendido “preso” ao ofensor pelo tempo em que perdurar essa animosidade, seja em que nível de relacionamento for (familiar-trabalho-igreja-vizinhança, etc.)
O Senhor Jesus, no entanto, não estava falando sobre perdão de ofensas pessoais, ainda que este deve ser liberado ao ofensor, ilimitadamente (Mt 18.22), e sim, sobre o perdão de dívidas. Isso nos remete à Parábola do credor incompassivo, proferida por Jesus (Mt 18.23-35), em que um certo homem tinha uma grande dívidal, algo em torno de “milhões” e, na iminência de perder sua família e seus bens por conta disso, e não tendo com que pagar, suplicou o perdão a seu credor. Este, movido de íntima compaixão, perdoou-lhe, quitando a dívida integralmente.
Ao sair de sua presença o ex-devedor encontrou alguém que lhe devia uma quantia “ínfima”’, se comparada a que ele devia anteriormente, algo de em torno de “um salário mínimo”. O devedor implorava o perdão de sua dívida e pedia misericórdia mas, numa atitude impiedosa, o credor passou a sufocar o homem exigindo o pagamento integral de sua dívida, sob pena de ele ser preso até que pagasse tudo o que devia.
Seus companheiros ao presenciarem ato tão desumano dirigiram-se a casa do senhor daquele servo, relatando-lhe o ocorrido. Este então mandou chamá-lo e passou a questionar sua atitude lançando-lhe em rosto sua maldade e insensibilidade para com seu próximo. O final da história todos sabem. Ele foi entregue aos atormentadores e preso, até que pagasse a quantia devida. O Senhor Jesus conclui dizendo:” Assim vos fará também meu pai celestial, se do coração não perdoardes cada um a seu irmão, as suas ofensas.
Depreendemos desse relato que, primeiramente ele recebeu o perdão do rei, seu senhor somente na volta, após encontrar-se com o seu devedor. Ocorreu algo semelhante conosco, pois primeiramente fomos perdoados por Deus para só então podermos perdoar nosso irmão. O perdão de nossos pecados, eu creio, é proporcional ao perdão que eu dispenso para com meu irmão. Parece significar, na mesma proporção que, do mesmo modo que,.assim, quando oramos o pai nosso e chegamos nesse ponto, sentimo-nos constrangidos a olhar introspectivamente e, refletir se estamos ou não sendo sinceros perante o Senhor.
CONVIVÊNCIA HOMOSSEXUAL NA PARÓQUIA
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| Escrito por UOL.COM.BR | ||||
![]() Igrejas evangélicas da Alemanha permitem que pastores e bispos gays morem com parceiros NOTÍCIAS: Depois de uma reunião realizada na semana passada, a maioria do sínodo da Igreja Evangélica local passou a permitir que os sacerdotes homossexuais do Estado alemão da Baviera poderão conviver nas casas paroquiais com os parceiros. A reunião aprovou a medida com 98 votos a favor, cinco contra e cinco abstenções, seguindo assim a recomendação prévia emitida pelo Conselho Evangélico do Estado da Baviera. Assim, a partir de agora, os pastores homossexuais e as pastoras lésbicas poderão solicitar permissão à Igreja evangélica para compartilhar as dependências paroquiais com seus respectivos companheiros ou companheiras. A hierarquia eclesiástica vai decidir cada caso individualmente, analisando se a convivência comum não afetará o trabalho pastoral do sacerdote. A Igreja Evangélica Alemã deixa nas mãos das Igrejas regionais a decisão sobre a convivência dos casais homossexuais, por isso a regra varia entre os estados da Alemanha. O caso da Baviera é especialmente chamativo, porque é considerado a região mais tradicionalista da Alemanha. Atualmente, o país conta com mais de 24 milhões fiéis evangélicos. NEIR MOREIRA Teólogo & Psicólogo |
EM DEFESA DA LIBERDADE DE EXPRESSÃO RELIGIOSA
MANIFESTO:
A Universidade Presbiteriana Mackenzie vem recebendo ataques e críticas por um texto alegadamente “homofóbico” veiculado em seu site desde 2007. Nós, de várias denominações cristãs, vimos prestar solidariedade à instituição. Nós nos levantamos contra o uso indiscriminado do termo “homofobia”, que pretende aplicar-se tanto a assassinos, agressores e discriminadores de homossexuais quanto a líderes religiosos cristãos que, à luz da Escritura Sagrada, consideram a homossexualidade um pecado. Ora, nossa liberdade de consciência e de expressão não nos pode ser negada, nem confundida com violência. Consideramos que mencionar pecados para chamar os homens a um arrependimento voluntário é parte integrante do anúncio do Evangelho de Jesus Cristo. Nenhum discurso de ódio pode se calcar na pregação do amor e da graça de Deus.
Como cristãos, temos o mandato bíblico de oferecer o Evangelho da salvação a todas as pessoas. Jesus Cristo morreu para salvar e reconciliar o ser humano com Deus. Cremos, de acordo com as Escrituras, que “todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3.23). Somos pecadores, todos nós. Não existe uma divisão entre “pecadores” e “não-pecadores”. A Bíblia apresenta longas listas de pecado e informa que sem o perdão de Deus o homem está perdido e condenado. Sabemos que são pecado: “prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, contendas, rivalidades, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias” (Gálatas 5.19). Em sua interpretação tradicional e histórica, as Escrituras judaico-cristãs tratam da conduta homossexual como um pecado, como demonstram os textos de Levítico 18.22, 1Coríntios 6.9-10, Romanos 1.18-32, entre outros. Se queremos o arrependimento e a conversão do perdido, precisamos nomear também esse pecado. Não desejamos mudança de comportamento por força de lei, mas sim, a conversão do coração. E a conversão do coração não passa por pressão externa, mas pela ação graciosa e persuasiva do Espírito Santo de Deus, que, como ensinou o Senhor Jesus Cristo, convence “do pecado, da justiça e do juízo” (João 16.8).
Queremos assim nos certificar de que a eventual aprovação de leis chamadas anti-homofobia não nos impedirá de estender esse convite livremente a todos, um convite que também pode ser recusado. Não somos a favor de nenhum tipo de lei que proíba a conduta homossexual; da mesma forma, somos contrários a qualquer lei que atente contra um princípio caro à sociedade brasileira: a liberdade de consciência. A Constituição Federal (artigo 5º) assegura que “todos são iguais perante a lei”, “estipula ser inviolável a liberdade de consciência e de crença” e “estipula que ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política”. Também nos opomos a qualquer força exterior – intimidação, ameaças, agressões verbais e físicas – que vise à mudança de mentalidades. Não aceitamos que a criminalização da opinião seja um instrumento válido para transformações sociais, pois, além de inconstitucional, fomenta uma indesejável onda de autoritarismo, ferindo as bases da democracia. Assim como não buscamos reprimir a conduta homossexual por esses meios coercivos, não queremos que os mesmos meios sejam utilizados para que deixemos de pregar o que cremos. Queremos manter nossa liberdade de anunciar o arrependimento e o perdão de Deus publicamente. Queremos sustentar nosso direito de abrir instituições de ensino confessionais, que reflitam a cosmovisão cristã. Queremos garantir que a comunidade religiosa possa exprimir-se sobre todos os assuntos importantes para a sociedade.
Manifestamos, portanto, nosso total apoio ao pronunciamento da Igreja Presbiteriana do Brasil publicado no ano de 2007 (aqui) e reproduzido parcialmente, também em 2007, no site da Universidade Presbiteriana Mackenzie, por seu chanceler, Reverendo Dr. Augustus Nicodemus Gomes Lopes. Se ativistas homossexuais pretendem criminalizar a postura da Universidade Presbiteriana Mackenzie, devem se preparar para confrontar igualmente a Igreja Presbiteriana do Brasil, as igrejas evangélicas de todo o país, a Igreja Católica Apostólica Romana, a Congregação Judaica do Brasil e, em última instância, censurar as próprias Escrituras judaico-cristãs. Indivíduos, grupos religiosos e instituições têm o direito garantido por lei de expressar sua confessionalidade e sua consciência sujeitas à Palavra de Deus. Postamo-nos firmemente para que essa liberdade não nos seja tirada.
Este manifesto é uma criação coletiva com vistas a representar o pensamento cristão brasileiro.
NEIR MOREIRA
Teólogo & Psicólogosexta-feira, 10 de dezembro de 2010
A ORAÇÃO DO " PAI NOSSO " Parte 6
"..O pão nosso de cada dia dá-nos hoje”
O pão é, sem dúvida, um alimento universal, conhecido e consumido nas mais diversas culturas desde os tempos mais remotos. É sinônimo de vida e, portanto, indispensável à sobrevivência humana.
É comum a preocupação com a provisão daquilo que atende nossas necessidades básicas. As pessoas em geral, abastecem suas despensas de modo a não se preocuparem com o futuro. Querem sentir-ser seguras.
Parece pouco: só para o dia de hoje? Toda a nossa experiência parece contradizer essa prece de Jesus. Armazenar bens e alimentos, garantir a vida da gente amanhã e no ano que vem empatar capital que renda juros daqui a cinco anos parece coisa embutida na natureza humana.
Ser previdente é salutar e necessário, e o Senhor Jesus de modo algum invalidou esta iniciativa ou, desestimulou sua prática. No entanto, quis ensinar que a preocupação excessiva com essas coisas, poderia nos levar a ansiedade e, causar-nos problemas, que Ele preferiria evitar.
Convivemos, diariamente com questões como: compras no supermercado, ida ao trabalho, questões políticas, econômicas e sociais do país. É o pão nosso de cada dia. Entretanto é necessário confiar na providência divina, no cuidado do Pai. Ele é capaz de dar, a cada dia o pão, na hora e na quantidade certa.
Convivemos, diariamente com questões como: compras no supermercado, ida ao trabalho, questões políticas, econômicas e sociais do país. É o pão nosso de cada dia. Entretanto é necessário confiar na providência divina, no cuidado do Pai. Ele é capaz de dar, a cada dia o pão, na hora e na quantidade certa.
Peçamos a Deus que nos dê o necessário para hoje, deixando o amanhã por conta dele.
Parece-nos um tanto improvável que as pessoas estejam dispostas a isso, hoje em dia, quando o apelo ao consumismo é cada vez mais agressivo, mesmo assim a orientação de Jesus em Mateus 6.33 permanece válida: “..mas buscai primeiramente o reino de Deus e a sai justiça, e as demais coisas vos serão acrescentadas”. Essas palavras do Mestre mostram que embora a ansiedade e a solicitude pelas coisas materiais sejam inerentes ao ser humano, devemos priorizar o reino de Deus e a sua justiça.
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
JESUS, UM SALVADOR PARA O MUNDO
" Ela dará à luz um filho e lhe porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos pecados deles."Mt 1.21
" E perguntavam: Onde está o recém-nascido Rei dos Judeus? Porque vimos a sua estrela no Oriente e viemos para adorá-lo." Mt 2.2
" E perguntavam: Onde está o recém-nascido Rei dos Judeus? Porque vimos a sua estrela no Oriente e viemos para adorá-lo." Mt 2.2
Jesus é o nosso Salvador. Essa verdade foi anunciada a Maria e a José antes mesmo de Jesus nascer. Foi uma mensagem propagada e afirmada pelos anjos. Sem Jesus não há salvação, não há vida eterna nem perdão dos pecados.
O nascimento de Jesus foi apenas o início da sua missão aqui na terra. Ele teve de sofrer muito e morrer em nosso lugar para nos dar um presente tão maravilhoso: a nossa salvação.
Mas a salvação em Cristo não deve nos levar ao conformismo, a uma vida sem propósito. Quando Cristo entra realmente no nosso coração, há uma mudança completa.
Somos transformados em novas criaturas e passamos a viver para ele. A salvação é, sim, o motivo da nossa alegria, da nossa luta diária contra o pecado, do nosso testemunho constante a respeito da fé, da confiança total no Salvador.
Quando Jesus nasceu não havia Internet, sedex, telefone, televisão ou qualquer meio de anunciar esse acontecimento de forma rápida e abrangente. Entretanto, Deus não precisou desses recursos para mudar o mundo. Jesus foi anunciado àqueles que viveram em sua época, assim como hoje ainda é anunciado em todo o mundo.
Deus, em seu maravilhoso poder, usou uma estrela para anunciar o nascimento de Jesus a representantes de outras partes do mundo. Os sábios reconheceram de longe que o Rei havia nascido. Anjos anunciaram esse acontecimento especial aos pastores e a notícia se espalhou.
Não há dúvidas: Jesus é o Salvador. E ele não veio apenas para ser o Rei dos judeus, mas para ser o Rei e Senhor do mundo inteiro. Ele veio para ser o Rei e Senhor da sua vida. Creia no único Salvador verdadeiro e anuncie a sua salvação a todas as pessoas. AMÉM.
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