quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

JESUS, UM SALVADOR PARA O MUNDO

" Ela dará à luz um filho e lhe porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos pecados deles."Mt 1.21
" E perguntavam: Onde está o recém-nascido Rei dos Judeus? Porque vimos a sua estrela no Oriente e viemos para adorá-lo." Mt 2.2

  
Jesus é o nosso Salvador. Essa verdade foi anunciada a Maria e a José antes mesmo de Jesus nascer. Foi uma mensagem propagada e afirmada pelos anjos. Sem Jesus não há salvação, não há vida eterna nem perdão dos pecados.
  O nascimento de Jesus foi apenas o início da sua missão aqui na terra. Ele teve de sofrer muito e morrer em nosso lugar para nos dar um presente tão maravilhoso: a nossa salvação.
  Mas a salvação em Cristo não deve nos levar ao conformismo, a uma vida sem propósito. Quando Cristo entra realmente no nosso coração, há uma mudança completa.
 Somos transformados em novas criaturas e passamos a viver para ele. A salvação é, sim, o motivo da nossa alegria, da nossa luta diária contra o pecado, do nosso testemunho constante a respeito da fé, da confiança total no Salvador.
  Quando Jesus nasceu não havia Internet, sedex, telefone, televisão ou qualquer meio de anunciar esse acontecimento de forma rápida e abrangente. Entretanto, Deus não precisou desses recursos para mudar o mundo. Jesus foi anunciado àqueles que viveram em sua  época, assim como hoje ainda é anunciado em todo o mundo.
  Deus, em seu maravilhoso poder, usou uma estrela para anunciar o nascimento de Jesus a representantes de outras partes do mundo. Os sábios reconheceram de longe que o Rei havia nascido. Anjos anunciaram esse acontecimento especial aos pastores e a notícia se espalhou.
  Não há dúvidas: Jesus é o Salvador. E ele não veio apenas para ser o Rei dos judeus, mas para ser o Rei e Senhor do mundo inteiro. Ele veio para ser o Rei e Senhor da sua vida. Creia no único Salvador verdadeiro e anuncie a sua salvação a todas as pessoas.  AMÉM.

A ORAÇÃO DO " PAI NOSSO " Parte 5

“seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu."

Desde a sua concepção, o ser humano desenvolve habilidades e características que o distinguem dos demais seres criados, como, por exemplo, a vontade, que ao longo da vida, tenta fazer prevalecer, sempre que ache conveniente;
   Geralmente, quando fazemos a alguém  um pedido, o fazemos esperando  uma resposta positiva; queremos ser atendidos, que façam a nossa vontade!  Isso está intrínseco na natureza humana, entretanto, quando oramos o Pai Nosso, conscientizamo-nos de que Deus, sendo um ser pessoal, tem vontade também e, esta vontade precisa ser  realizada.
Nosso querer precisa alinhar-se ao dele, nossa vontade, à sua; caminhar no mesmo nível, harmonizar-se ( Is 55.8,9), a fim de que possamos desfrutar de suas incontáveis bençãos. Ele nos conhece perfeitamente, contempla o amanhã e, portanto, sabe o que é melhor para nós.
No céu, a vontade de Deus é plenamente realizada, pois é o seu habitat natural e todos os anjos o reverenciam e o adoram, porém, na terra  é que persiste a tendência de as criaturas priorizarem sua própria vontade, em detrimento à do Criador.
O Senhor Jesus, para obter êxito em sua missão, necessitou tomar entre outras atitudes, a de sujeitar-se ao Pai, aprender a obediência por aquilo que sofreu e submeter sua vontade inteiramente à dele.
 Lucas declara que, na noite anterior à sua entrega por Judas aos principais dos sacerdotes, ele passou momentos de agonia no Jardim do Getsêmani, ocasião em que até o seu suor tornou-se em grandes gotas de sangue que caiam até o chão, (Lc 22.44), antes, porém, orou dizendo.: "Pai, se queres, passa de mim este cálice, todavia, não se faça a minha vontade, mas a tua vontade."(Lc 22.42);
  Já Mateus registra o seguinte: "Meu Pai, se esse cálice não pode passar, sem que eu beba, faça-se a tua vontade."  Mt 26.39.
Vemos em Cristo o exemplo mais claro de obediência e entrega de sua vontade a Deus"...seja feita a tua vontade... Embora não seja uma tarefa simples, é imperioso que deixemos  a vontade de Deus prevalecer sobre a nossa. Só assim estaremos verdadeiramente seguros.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

A ORAÇÃO DO " PAI NOSSO " Parte 4


"...venha a nós o teu Reino"
                                                                                                                                     
É comum vermos as pessoas buscarem  fama, sucesso, status e posição social , implantando assim  seu próprio “reino pessoal", não importando a maneira como  isso venha ocorrer. É a síndrome dos homens pós-diluvianos, que pretendiam erigir uma torre, afim de elevarem seu próprio nome (Gn 11), no que foram impedidos por Deus. Entretanto, o Reino que deve "vir" a nós, é o Reino de Deus", e este reino, disse Jesus: não vem com aparência exterior.....não é comida, nem bebida...ele está dentro de vós.
 Nossa oração constante deve ser no sentido de que, venha a nós o reino de Deus...Que ele nos envolva de modo especial; estamos dispostos a recebê-lo e priorizá-lo em nossa vida! Outro fato a ser notado é que o reino deve vir a "nós", e não a "mim", o que indica não haver lugar para o egoísmo e disputas individuais, nesta busca pelo reino de Deus. Todos "nós precisamos experimentar a alegria da vinda desse reino até nós".
Há quem pense no “reino de Deus” associando-o com a vinda do Senhor e o fim do mundo, pedindo até que o Ele abrevie o tempo de sua volta. Porém, não acredito também, que este tenha sido o propósito de Jesus, porque o reino vem com a pregação do evangelho, com a missão, com a evangelização que está sendo efetivada em todo o mundo, nestes dias hodiernos.
Deus não quer que aguardemos passivamente a vinda do reino, e sim, um santo ardor e saudade do reino. O reino de Deus é o que em verdade aguardamos, o reino que é “personificado” por Jesus Cristo, o Filho de Deus.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

O MELHOR AINDA ESTÁ POR VIR


Nada para pensar; nada para dizer;
imaginar, considerar; nada pra fazer;
o  jeito, então, é esperar, escrever; compartilhar,
dividir o nada, o vazio, o silêncio, o tédio.
Não há remédio.

 A espera é sempre angustiante. Até quando? Ninguém sabe.
 Não se pode prever o imprevisível. De um momento para
 o outro tudo pode ser mudado,alterado. Nada é definitivo.
 O que foi ontem, hoje pode não ser mais.
 E o amanhã quem sabe o que será?

 O tempo é de reflexão e o momento, de ponderação.
 Observar, criar algo, inventar do nada; buscar
 alternativas; uma saída, uma porta de escape, enfim.
 Seguir enfrente, mesmo que voltar seja preciso.
 Saber aceitar os fatos, ouvir as críticas, renovar-se;
 A crítica de hoje pode ser o elogio de amanhã.

 É preciso considerar os maus momentos, eles
 costumam ensinar grandes lições, ainda que amargas, às vezes.
 Doce, porém, é aprender com elas, aplica-las, de alguma forma,
 em nosso dia a dia. As crises surgem do nada, mas...
 revelam vencedores, que não sem esforço superam
 o pior dos inimigos: seu próprio EGO.         

A impaciência tira o sono e a ansiedade adoece;
Olhar de um lado para o outro e não ver saída,
é  angustiante, não dá para descrever.
Hoje é um dia incomum, um dia diferente;
Mas ele ainda não acabou, até meia-noite é hoje,
E muita coisa pode mudar, um milagre pode acontecer
Porque o melhor de Deus ainda está por vir!!
                                  
                  


segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

A ORAÇÃO DO " PAI NOSSO " Parte 3

"Santificado seja o teu nome"

   Há duas noções erradas que precisam ser esclarecidas, antes de refletimos sobre frase da oração Dominical. A primeira diz respeito ao nome de Deus. Na Bíblia, especialmente no AT,diversos nomes são atribuídos a Ele, cada um revelando uma particularidade de seu caráter, porém, não é um nome comum, como o que os seres humanos recebem quando nascem.
O  nome Jeová, com que o povo de Israel tratava o seu Deus, por exemplo, não é nome, pois significa “Eu sou o que sou”,ou seja, Ele estava dizendo para Moisés que o Deus verdadeiro não cabe no vocabulário e nem na nomenclatura dos humanos. Portanto, nome de Deus na Bíblia significa o mesmo que o próprio Deus, em pessoa.
Jesus não nos quer precaver só contra o uso leviano do nome de Deus. O horizonte dele é o evangelho, a boa mensagem, que não se limita a proibir, mas
que antecipa a salvação definitiva.
   Podemos dizer que ‘santificar”, de nossa parte, tem a ver tanto com nosso olho e nosso coração como tem a ver com o brilho santo que irradia de Deus. Santificar é deixar Deus ser Ele mesmo, deixar que seja nosso querido pai, e não tentar moldá-lo segundo nossos caprichos. Enfim, santificar é um processo, que acontece de “cima para baixo” e não, de “baixo para cima”. Santificamos o nome de Deus permitindo que ele nos santifique.
Mas como podemos sintonizar nosso coração pecador, com o coração santo         
de Deus? Nos damos conta que, sem a mediação de Jesus Cristo, jamais conseguiremos fazer esta oração.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

TEOLOGIA E SAÚDE

Como os conceitos de teologia e saúde se relacionam?
O que é Teologia?



Resumidamente podemos dizer que Teologia é reflexão sobre Deus, a partir dele próprio. É uma tentativa humana de compreensão daquilo que é mistério, é fala, é prática, é ciência, é sabedoria. Theós = Deus  e logos = discurso, estudo.
O que é Saúde? 
Atualmente, tanto saúde como doença têm sido compreendidas como fenômenos complexos e multi determinados, que envolvem: cultura individual, situação econômica, modo de vida, nível de implicação do indivíduo, capacidade de resiliência, motivações, interesses, espiritualidade e rede de apoio.
“Um estado de completo bem estar: físico, mental e social, e não apenas a ausência de doença ou enfermidade.” Definição da Organização Mundial da saúde – OMS.
O processo de saúde é um processo histórico e cultural, como tantos outros processos sociais. O conceito de saúde e doença pode mudar conforme o tempo e as culturas.
A importância dimensão da espiritualidade nos processos de saúde como atividade fundamental na atualidade, partindo de uma concepção de ser humano integral e de saúde integral.
Teologia e saúde interligam-se na proporção em que ambas, em algum momento, irão referir-se ao ser humano. A Teologia vai tratar da relação entre Deus e este ser humano, vai tocar nas questões ligadas à dimensão espiritual e existencial deste, vai tratar das questões da fé e do sentido da vida.
Também a saúde é uma categoria fundamental, ao se pensar em ser humano. Mas, quando tocamos no assunto do ser humano, é preciso entender que tratamos de complexidade, de um ser multidimensional, do qual uma destas dimensões é justamente a dimensão espiritual(dimensão esta que toca o campo da teologia).
A relação entre a saúde e diversas instituições humanas

Considerando a complexidade e multidimensionalidade da constituição do ser humano, o teólogo Paul Tillich chama a atenção para a necessidade de uma abordagem multidimensional da pessoa nas intervenções visando a cura. Compreendendo a pessoa como um ser humano “sócio-histórico-cultural” entende-se que todas estão ligadas a diferentes instituições sociais. Algumas das instituições sociais mais básicas que afetam o processo de saúde e adoecimento de uma pessoa são: família – escola – igreja – local de trabalho. Todas estas instituições influenciam neste processo por meio da educação e de sua influência na estruturação da personalidade/identidade do indivíduo. Através da linguagem, comunicação, interação entre as pessoas, afetividade, expressividade, emoções, construção de conhecimentos, valores etc, a cultura vai sendo transmitida e atualizada, os hábitos vão sendo formados e reforçados, as identidades vão sendo construídas e as personalidades vão sendo  moldadas.

Tais instituições têm um papel fundamental na construção de seres humanos ativos e criativos, ou passivos e reprodutivos, em sua atuação na sociedade, e em relação ao seu próprio processo de saúde e adoecimento.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

A ORAÇÃO DO " PAI NOSSO " Parte 2


“Pai Nosso, que estás nos céus! - “Declaração de amor a Deus”


   
Ao adentrarmos à presença de Deus e dizer ”Pai Nosso” ,na maior parte das vezes não  nos damos conta de que entramos, noutra dimensão espiritual, sagrado, amplo , confortante, onde não há lugar para medos e incertezas; um lugar onde reina a paz e a segurança. Ali é o lugar do encontro com o Todo-poderoso, onde ele vai revelar-se como pai.
Declaramos nosso amor a Ele quando nos dirigimos com a expressão “Paizinho querido” Curiosamente o Senhor Jesus, que ensinou a oração Dominical, não tem seu nome mencionado nela. Qual a razão disso, perguntariam os curiosos? Este fato é revelado  já pelas primeiras duas palavras da oração: ”Pai Nosso”. Este “nosso” indica, primeiro, que não oramos a oração de Jesus sozinhos, isolados pois fazemos parte duma corrente de incontáveis filhos e filhas de Deus, cujos elos interligam-se através dos séculos, por todos os quadrantes da terra.
Ou seja, nós não entramos na casa de Deus como estranhos, nem entramos sozinhos, mas o próprio Cristo , o Filho de Deus , aquele que tem o direito filial de habitar na casa paterna, vai ao nosso lado.
Jesus é aquele que se identifica conosco, quando entra ao nosso lado,e com isso nos dá a certeza de que o seu Pai é também o nosso pai .A oração de Jesus nos livra de nossa solidão e faz-nos sentir parte do seu corpo.
 Em João 15.5 Jesus declarou “sem mim nada podereis fazer”.Entendo que essa declaração refere-se, também, a oração. Sem ele o santuário permaneceria trancado. Jesus é a porta da oração dominical. Sem ele, o Santuário permanece fechado.
   O fato de Jesus ter ensinado a oração do Pai Nosso e não do “Pai de Jesus que estás nos céus”, está no fato de que o seu Pai é nosso Pai e, este “nosso” é a  nossa esperança, e nela estamos seguros, como âncora da alma, ao mesmo tempo em que somos seguros pelas mãos de Jesus. Podemos, pois entrar com confiança ao trono da graça, sabendo que se compraz naqueles que, através de seu filho, tornaram-se filho de Deus.
   Outro aspecto que chama a atenção na Oração Dominical é o céu , em que o pai habita. É difícil imaginar como seja esse céu, pois nossa herança cultural não nos permite visualizá-lo na real dimensão em que se encontra. Ele sugere vastidão estrelas, planetas, raios cômicos e distância.
 Mas o céu da fé não pode ser visto desta forma, pelo contrário, deve ser visto como uma dimensão acima da realidade física, tangível. Devemos pensar em céu, como lugar de santidade, majestade, glória, justiça e amor sem limites. Não somos nenhum zero á esquerda, um fulano-sem-nome. O céu é nossa herança em Jesus Cristo.

1 TIMÓTEO




Considerações gerais sobre Timóteo

Timóteo é um bom exemplo de alguém que foi influenciado por familiares tementes a Deus. Sua mãe, Eunice, e sua avó Lóide, eram crentes judias que ajudaram em sua formação e promoveram seu crescimento espiritual (2 Tm 1.5; 3.15). Na “segunda geração” cristã mencionada no NT, Timóteo se tornou um aprendiz de Paulo e Pastor da igreja em Éfeso. No papel de um jovem ministro, Timóteo enfrentou todos os tipos de pressões, conflitos e desafios da igreja e da cultura que estava à sua volta. Era de caráter sensível e retraído, e, portanto, inclinado a deixar de afirmar a sua autoridade.  Para aconselhar e encorajar Timóteo, Paulo enviou-lhe esta carta extremamente pessoal.

Data da carta

Paulo escreveu 1 Timóteo cerca de 64 d.C, provavelmente pouco antes de seu último encarceramento romano. Por ter apelado a César, Paulo foi enviado como prisioneiro a Roma (ver Atos 25 – 28). A maioria os estudiosos acredita que Paulo foi libertado aproximadamente em 62 d.C.(possivelmente porque o “estatuto das limitações” havia expirado), e que o apóstolo deve ter viajado nos anos seguintes. Durante esse tempo, ele escreveu 1 Timóteo e Tito. Logo, porém, o imperador Nero iniciou sua campanha para eliminar o Cristianismo. Acredita-se que durante este período Paulo foi novamente encarcerado e finalmente executado.
Durante esse segundo encarceramento romano, Paulo escreveu sua segunda carta a Timóteo. Tito e as duas cartas de Timóteo formam as chamadas “Cartas Pastorais”.

Panorama

“À medida que as igrejas de Cristo aumentaram em número, a questão de ordem, de firmeza na fé, e de disciplina tornou-se importante. No começo, os apóstolos regulavam pessoalmente esses assuntos, mas ao aproximar-se o fim do período apostólico, tornou-se necessário que houvesse uma clara revelação para a direção das igrejas.
Timóteo era um dos companheiros mais íntimos de Paulo. Paulo enviou-o a igreja em Éfeso para deter o falso ensino que ali havia surgido (1.3,4). O gnosticismo (v.4) e o legalismo (vv 5-11), ameaçavam a igreja. Timóteo provavelmente serviu por algum tempo como líder na igreja de Éfeso. Paulo esperava visitá-lo (3.14,15; 4.13), mas enquanto isso, escreveu essa carta para dar a ele instruções práticas sobre o ministério.

 Principais temas Teológicos

A primeira carta de Paulo a Timóteo confirma o relacionamento deles (1.2). Paulo inicia seu conselho paternal, advertindo Timóteo a respeito dos falsos mestres ( 1.3-11) e exortando-o a se apoiar em sua fé em Cristo (1.12-20). A seguir, Paulo examina a adoração pública,        
enfatizando a importância da oração (2.1-7) e da ordem nas reuniões da igreja (2.8-15). Isto leva a uma abordagem acerca das qualificações dos líderes da igreja – presbíteros e diáconos. Neste ponto, Paulo lista critérios específicos para cada ofício (3.1-16).Paulo fala novamente a respeito dos falsos mestres, ensinando Timóteo como reconhecer e responder a eles (4.1-16). Em seguida, dá um conselho prático sobre o cuidado pastoral com os jovens e idosos (5.1,2),viúvas (5.3-16), anciãos (5.17-25) e escravos (6.1,2). Paulo conclui exortando Timóteo a manter seus objetivos (6.3-10), a permanecer firme em sua fé (6.11,12), a viver de modo irrepreensível (6.13-16), e a ministrar fielmente (6.17-21).

Fonte pesquisada:  Bíblia de Aplicação Pessoal – pg 1700